sábado, 3 de janeiro de 2009

Tá rindo de quê? Tá chorando por quê?

Final e início de anos são sempre a mesma coisa: tempo de retrospectiva, balanços e novas promessas.
Aí vem o chororô e as gargalhadas!

Mas o mais marcante mesmo é fingir que nada está acontecendo ou aconteceu.

Esquecer crise, assassinatos marcantes, trapalhadas de nossa polícia despreparada, abobrinhas presidenciais... etc.. etc.. etc...

Época também de tentar deixar pra trás todas aquelas diferenças familiares que insistem em existir... mas que, na verdade, você só consegue mesmo é substituir desavenças velhas por novas ou ainda, colecionar mais e ampliar o seu leque.

Aí você substitui tudo isso por uma grande festa ou churrascada de confraternização no trabalho com direito à amigo oculto, horas no shopping e filas para comprar lembrancinhas para o Natal, mais confratenizações, troca de presentes em família, caixinha para o porteiro do prédio, horas no engarrafamento pra viajar, caixinha para o coletor de lixo, mais confraternizações, visitas forçadas à algumas pessoas que você passa o ano todo sem ver, caixinha para o carteiro, blá, blá, blá...

Como diria o grande Bruno Mazeo, festas de final de ano são mesmo uma grande cilada!

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