Não dá para entender alguns posicionamentos nesta América Latina.
Há aqueles que sob o discurso do comunismo defendem o Chaves, o Morales e o Cortez.
Mas não vêem o mal que estes sujeitos fazem ao continente com suas novas resoluções ditatoriais.
Não digo mais que há uma "ditadura branca", porque acho que o negócio agora está mais do que na cara.
As constantes intervenções do governo na imprensa naqueles países mostram isso. Jornais da Venezuela, Bolívia e Equador convivem com constantes pressões desses governos. Querem controlar as opiniões e calar a boca daqueles que acordaram há tempos ou sequer chegaram a dormir.
Agora o que temos por aqui é a Cristina Kirchner acompanhando esses sujeitos, numa clara demonstração de retaliação e intimidação ao Jornal El Clarin "só" porque publicou notícias sobre o aumento expressivo do patrimônio do casal Kirchner, que teria triplicado em U$12 milhões, em um espaço de apenas um ano. Simplesmente mandou 200 fiscais da receita federal local para fazer inspeções no Jornal.
Vale lembrar que, ainda na Argentina, cerca de um mês atrás, a mesma encaminhou ao Congresso um projeto de lei sobre os meios de comunicação que, se aprovado, pode cassar mais de 200 concessões entre rádios e TV's. Ela quer a aprovação até dezembro.
Acho que há muito mais coisas para se preocupar na Argentina, do que ir ou não a uma Copa do Mundo.
Por aqui as coisas não são tão diferentes.
O que dizer dessa idéia infeliz do governo de controlar os blogs e afins numa mini-reforma eleitoral que está para ser aprovada na próxima semana (não teve quórum para votarem ontem, em plena 5a. feira!!) ???
O que dizer de um antiga proposta do governo de autorizar a liberação de resultados de pesquisas eleitorais, somente depois que os mesmos passarem pelos órgãos do governo?
O que dizer de um terceiro mandato travestido na pessoa da Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff?
O que dizer do constante envio de verbas federais ao MST e UNE para garantir o apoio deles? Quanto à este último, não pago meus impostos para isto!
Como se vê, não estamos muito distantes dos nossos vizinhos...
E o pior é que esses caras sempre voltam nos braços do povo.
O que uma "bolsa-qualquer-coisa" não faz, heim? Principalmente, em tempos de eleição! Vamos ver no ano que vem, que também é ano de Copa do Mundo.
Gostaria de ouvir a opinião dos intelectualóides do nosso país... aliás, não quero ouvir, não. Já conheço as suas defesas. São repetitivos, inclusive, além de exaustivos.
Todo mundo acha justo dividir as riquezas, mas só as dos outros.
Comunista de cobertura do Leblon, quer dividir somente o que o outro tem. O seu patrimônio não pode entrar nessa matemática, ok?
Vale lembrar que há algum tempo atrás o companheiro Fidel Castro apareceu no top das maiores riquezas do mundo, segundo a Revista Forbes. Lógico que ele não admitiu, né?
Aliás, o comandante, quando doente, apareceu com um jogging da Adidas, na época, e eu me perguntei se o povo tem acesso à isso, além da cota dos 06 ovos por mês.
Pobre América Latina!
Parou mesmo no tempo!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
À espera...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Um Woodstock poderia acontecer aqui
Esses dias estava zapeando pelos canais e vi um documetário falando sobre os 40 anos de Woodstock, um evento que, embora tenha sido batizado por este nome, foi realizado mesmo na cidade de Bethel, em NY.
Recebeu o inacreditável número de 500 mil pessoas que prestigiaram as suas 32 atrações musicais. Festival que concretizou nomes importantes do cenário Rock n' Roll como o grande Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, entre outros e nos apresentou nomes como Joan Baez e Creedence Clearwater Revival.
O Festival serviu para os hippies protestarem contra a guerra do Vietnã, que estava atravessando o seu auge.
Por que estou escrevendo essas coisas?
Simples!
Fiquei imaginando se algo dessa magnitude teria chances de acontencer nos dias de hoje.
Tudo bem que todos os fatos ocorrentes naquela ocasião concorreram para o cenário histórico que se formou e se registrou para a posteridade, não só musical.
Mas será que hoje não teríamos motivos mais que suficientes para protestar também?
Onde estão essas pessoas? Onde estão esses jovens?
Transformaram-se em EMO's e acham que isso é forma de protesto?
Sem chance!
Hoje no local do evento existe um Museu chamado Bethel Woods Centers of the Arts, que é dedicado a cultura da década de 60 e, é claro, aborda a grande Festival de Woodstock.
Recebeu o inacreditável número de 500 mil pessoas que prestigiaram as suas 32 atrações musicais. Festival que concretizou nomes importantes do cenário Rock n' Roll como o grande Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, entre outros e nos apresentou nomes como Joan Baez e Creedence Clearwater Revival.
O Festival serviu para os hippies protestarem contra a guerra do Vietnã, que estava atravessando o seu auge.
Por que estou escrevendo essas coisas?
Simples!
Fiquei imaginando se algo dessa magnitude teria chances de acontencer nos dias de hoje.
Tudo bem que todos os fatos ocorrentes naquela ocasião concorreram para o cenário histórico que se formou e se registrou para a posteridade, não só musical.
Mas será que hoje não teríamos motivos mais que suficientes para protestar também?
Onde estão essas pessoas? Onde estão esses jovens?
Transformaram-se em EMO's e acham que isso é forma de protesto?
Sem chance!
Hoje no local do evento existe um Museu chamado Bethel Woods Centers of the Arts, que é dedicado a cultura da década de 60 e, é claro, aborda a grande Festival de Woodstock.
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