O nosso imortal Senador, escritor e coronel da política brasileira recentemente optou em ser previsível e usar a velha e boa tática de colocar a culpa nos outros... "A crise não é minha; é do Senado".
Poderia um imortal da ABL ter sido mais criativo e inventivo... criar uma resposta menos óbvia, talvez. Mas, por que teria tal trabalho se, como sempre, essa estória não vai dar em nada mesmo?
A resposta me soa como a velha brincadeira de criança: "Não fui eu, foi minha mão quem fez!"
Se não vejamos, se a moda pega... já imaginou como seria?
"Não seu guarda.. não fui eu que bati no carro da frente foi o carro que fez!"
Decidi que toda vez que for cobrada de algo pelo meu chefe vou botar a culpa na Instituição da qual faço parte...
Nosso imortal coronel me fez descobri que Instituições e objetos tem vida própria, não preciso mais responder por eles.
Afinal, se o Senador pode, eu também posso e você também!
Viva a ABL!
sábado, 20 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Quanto vale a vida?
Realmente, quanto mais passa o tempo, menos vale a vida das pessoas.
Não digo isso somente pela miséria ou a violência que matam, afinal, disso sabemos muito bem.
Mas reflito sobre o que acabo de ler no Jornal... à respeito de um recém nascido de poucas horas encontrado em uma lixeira ou de um avião que, ao que tudo indica, levantou voo com os tais sensores sem condições, o que teria, provavelmente, provocado a acidente aéreo do Air France 447... Voltar para o Aeroporto ou pousar mais à frente ou, ainda, não levantar voo traria prejuízos às empresas e quem sabe, até mesmo para as próprias futuras vítimas fatais...
Quanto vale a minha vida? Quanto vale a sua vida?
Quando deixamos de fazer as pequenas coisas que nos rodeiam para melhorarmos o mundinho que nos cerca, de fato, tudo está perdido.
Aí, não adianta reclamar da falta de projetos sociais, da fome, da miséria, das bombas ou das balas perdidas... Tudo vira discurso hipócrita, simplesmente porque optamos de deixar de fazer aquilo que é tão pequenininho e tão possível de ser feito.
Alguém disse certa vez que, quando desanimamos de fazer as grandes coisas corremos o risco de deixar de fazer, por conseqüência, as pequenas também... provavelmente, porque não damos valor.
É esse o projeto de vida que temos?
Não digo isso somente pela miséria ou a violência que matam, afinal, disso sabemos muito bem.
Mas reflito sobre o que acabo de ler no Jornal... à respeito de um recém nascido de poucas horas encontrado em uma lixeira ou de um avião que, ao que tudo indica, levantou voo com os tais sensores sem condições, o que teria, provavelmente, provocado a acidente aéreo do Air France 447... Voltar para o Aeroporto ou pousar mais à frente ou, ainda, não levantar voo traria prejuízos às empresas e quem sabe, até mesmo para as próprias futuras vítimas fatais...
Quanto vale a minha vida? Quanto vale a sua vida?
Quando deixamos de fazer as pequenas coisas que nos rodeiam para melhorarmos o mundinho que nos cerca, de fato, tudo está perdido.
Aí, não adianta reclamar da falta de projetos sociais, da fome, da miséria, das bombas ou das balas perdidas... Tudo vira discurso hipócrita, simplesmente porque optamos de deixar de fazer aquilo que é tão pequenininho e tão possível de ser feito.
Alguém disse certa vez que, quando desanimamos de fazer as grandes coisas corremos o risco de deixar de fazer, por conseqüência, as pequenas também... provavelmente, porque não damos valor.
É esse o projeto de vida que temos?
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